quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Iniciamos o ano lectivo em 15-09-2009, portanto vamos lá colaborar, professores incluidos.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

sexta-feira, 24 de abril de 2009

O universo


Brevemente será inserido um texto sobre este tema.

Guimarães aos nossos olhos


Como sabem, vamos realizar uma retrospectiva fotográfica sobre pormenores ignorados do nosso património edificado.

Não se esqueçam de comparecer no dia 29 de Abril e apreciar as nossas belas fotos.

As migrações



Conflitos étnicos, guerras internas e externas, a actual crise económica, o comércio globalizado mundialmente e também os meios de comunicação social entre outros motivos, estão a aumentar o movimento migratório a nível global. De África para o resto do mundo principalmente para a Europa devido à sua proximidade geográfica, da América do Sul para a América do Norte, dos países de Leste para estes dois continentes, os movimentos são constantes. Estes movimentos são originados por diversas razões. A falta de perspectivas de emprego nos países de origem, a má remuneração, educação, a falta de condições de habitabilidade e salubridade, e em muitos países as ditaduras totalitárias instaladas, obrigam a estes movimentos. Mas não são de agora estes movimentos, nada disso, a história mostra-nos que o movimento de populações do norte para o sul, e do sul para o norte principalmente, é uma constante. E o que dizer da nossa Europa, no séc. XX, assolada por duas guerras mundiais que levaram a deslocações e êxodos em massa? Hoje em dia é diferente, a globalização económica origina problemas sociais em vários países, mesmo nos desenvolvidos, o que obriga a estes movimentos migratórios. A diferenciação entre ricos e pobres é cada vez maior devido ao acumular de capital nos países ditos desenvolvidos com a consequente perda de peso dos países em desenvolvimento. Mas o cenário está a mudar. Por exemplo hoje em dia cada vez mais Portugueses migram para Angola e para outros países em desenvolvimento, muito por culpa da crise global e por influência dos meios de comunicação, que nos transmitem dados novos sobre esses futuros locais de trabalho e que actuam como um chamariz para uma migração desenfreada, muitas das vezes sem perspectivas de um bom porto.
Será que estamos a presenciar uma nova era?


Podem-se descrever os movimentos migratórios das seguintes maneiras:


Migrações económicas – São todas as migrações que se efectuam por motivos profissionais ou laborais. Podem ser temporárias ou sazonais (os nossos professores do EFA são um exemplo)


Migrações políticas – Por exemplo, o caso dos retornados de Angola, pois ao mudar o governo, os residentes no território viram-se forçados a voltar ao país de origem.


Migrações culturais – No caso de pessoas que se desloquem do seu local de origem com uma finalidade cultural ou enriquecimento curricular. (por exemplo actores que vão tirar cursos de representação a países estrangeiros por determinado período de tempo).


Migrações pessoais (pendulares) – O que ocorre na maioria dos dias com as pessoas que trabalham nas suas deslocações de casa para o trabalho e vice-versa.


Migrações forçadas – Ocorrem, como por exemplo na ex- Jugoslávia em que coabitavam no mesmo espaço diferentes povos e culturas, e quando existe uma guerra separatista, apenas uma só etnia resiste no local de origem, forçando outras a migrar.


Migrações religiosas – Migrações em massa, como por exemplo: Meca, Lourdes, Fátima.


Migrações turísticas – São as migrações, principalmente nos meses de verão, que as pessoas efectuam para outros locais do país ou estrangeiro para passarem férias.

A minha pátria é a língua Portuguesa


"Desde os século XII que os portugueses se começaram a espalhar pelo mundo fora. Primeiro fizeram-no pela Europa, para Espanha, França, Reino Unido, Itália, etc. A partir do século XV, com os descobrimentos, para África, para a América do Sul, e a seguir para a Ásia e a Oceania. Em todos estes continentes, fundaram cidades e praças-fortes (que ainda hoje se mantém como Damão, Goa e Diu), criaram vários países ou estiveram na origem da sua independência (Brasil, Angola, Moçambique, Timor)
A história da emigração em Portugal confunde-se com a sua própria história. Desde os Descobrimentos que os Portugueses começaram a conquistar e a cristianizar novos territórios.
Povoou também alguns como a Madeira e os Açores, (os outros conquistados na sua maioria já tinham população indígena). Após as décadas de 50 e 60, o crescimento europeu e a necessidade de reconstrução de alguns países europeus devastados pela segunda guerra mundial (Alemanha, França, Itália, Inglaterra), aliada ao regime Salazarista que se fazia sentir, e à guerra nas ex-colónias, mudaram o rumo das migrações e transformaram os países europeus em pólos atractivos para milhares de portugueses, bem como o Brasil, a Venezuela, o Canadá e os E.U.A. Actualmente, com a melhoria das condições económicas, Portugal deixou de ser um país pouco atractivo e passou a ser um país atractivo para vários imigrantes oriundos, essencialmente, dos países do Leste Europeu, África e Brasil, e para os próprios que saíram, pois alguns retornam e instalam-se definitivamente.
O perfil e as qualificações do emigrante actual são diferentes do emigrante da década de 60. A qualificação, os destinos e as razões que os levam a deslocar-se sofreram algumas alterações. Não é difícil hoje em dia verem-se emigrantes, principalmente os oriundos de leste, com qualificações como médico ou engenheiro, trabalharem na construção civil ou agricultura.
Também o português, com a globalização económica, sofre um pouco e migrar deixou de ser tão atractivo como dantes, mas com a crescente onda de desemprego que hoje grassa no nosso país, migrar tornou-se num imperativo de primeira ordem para muitas famílias.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

A minha pátria é a língua portuguesa


Brevemente será introduzido um novo texto sobre o título em epígrafe.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Como é, ninguem comenta o nosso blogue?
Aonde é que está a nossa entreajuda?

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Clonagem




A notícia “concebidos sem doença” fala-nos de técnicas que cada vez mais são procuradas como a fertilização in vitro e o diagnóstico genético pré-implantatório (DGPI), técnicas estas utilizadas para formar embriões saudáveis, livres de doenças hereditárias, tais como a trissomia 21, fibrose quística, distrofia muscular, hemofilia ou outros cancros hereditários entre muitas outras.
A todas as técnicas capazes da manipulação genética podemos lhe dar um só nome – clonagem – palavra esta que provoca no mundo da genética e fora dele muita controvérsia. Como qualquer outro assunto ou problema há quem esteja a favor e quem esteja contra.
O que de “ bom” trará a clonagem?
A cura de muitas doenças hereditárias, que haja menos mortes por falta de órgãos ou dadores compatíveis, que a infertilidade deixe de ser um problema para muitos casais por esse mundo fora, a nível de plantas para a alimentação humana poder torná-las mais resistentes, mais produtivas e até mais bonitas.
E o que de mau trará a clonagem?
O exagero a que esta técnica nos pode levar, por exemplo “a escolha de filhos por catálogo”, seres perfeitos sem doenças, ou por sua vez as doenças desconhecidas que nos trará devido à manipulação genética, pois um pequeno erro pode ser fatal, a individualidade genética deixará de existir pois não passaremos de meros “ratinhos de laboratório” criados num tubo de ensaio.
Já imaginaram um novo “Hitler” com uma raça de super-homens criados através da manipulação genética?
Pensem bem, assinem convenções aonde seja dito preto no branco que a manipulação genética é só para o bem da humanidade e controlem todos os desvios que forem detectados.
Ainda existe muita desinformação, consoante se queira estar ou não a favor da dita mas as população mundial pode e deve confiar na comunidade científica para que certas doenças sejam erradicadas.

Liliana/Paulo/Aurora e Joaquim - 2009-01-30

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

DIREITOS E DEVERES LABORAIS




Hoje em dia, mais que nunca, se atropelam os direitos laborais e são pedidos mais deveres aos trabalhadores. Nos cenários de grande crise económica são sempre os trabalhadores que pagam com a dita “crise”, quando em tempos de “vacas gordas” quando os lucros são astronómicos pouco ou nada sobeja para os ditos, com algumas honrosas excepções.
Está na “moda” as fábricas fecharem e deixarem os trabalhadores com os salários em atraso e não só...
Os empresários fecham as empresas, por vezes com fraudes, salvaguardando os seus patrimónios e esquecendo-se de quem contribuiu para esses patrimónios. Os trabalhadores trabalham anos e por vezes décadas para a construção do património dos patrões para depois serem jogados para fora. Se os trabalhadores tem deveres e obrigações para com os patrões, os patrões também tem os mesmos direitos e deveres para com os trabalhadores. Gostaríamos de ver, o nosso sistema democrático “obrigar” os patrões a cumprir com o código do trabalho dando alguma liberdade aos trabalhadores. Aliás os códigos de trabalho foram introduzidos em várias democracias com o propósito de criar leis para proteger o trabalhador. Afortunados os que conseguem manter o seu emprego e recebem o seu salário. Mas também há trabalhadores que abusam dos direitos que a lei lhes confere e depois se alguma coisa lhes acontece ficam indignados com as consequências. São os tais que procuram “emprego” e não “trabalho”. È preciso ter um pouco de auto-estima.
Porque é que será que não existe uma política equitativa de distribuição de lucros pelos bons e maus momentos da economia?
Porque é que será que se aplicam investimentos monstruosos nos bons tempos, quando nos maus momentos se devia fazer como na fábula da “Cigarra e a Formiga”?
Quando os tempos são de feição, de bonança, os direitos são cumpridos e com alguma sorte são atribuídos alguns prémios. E quando acontece o oposto? A história já é conhecida.
Falências em série, com o consequente lançamento para o desemprego de milhares de trabalhadores, muitas vezes por negligência, por má gestão. As más políticas de atribuição de fundos perdidos para recuperação de certos sectores da economia que por si só já estão moribundos não será concerteza uma boa política, aproveitando-se os patrões dessas mesmas empresas em detrimento dos seus funcionários, criando-se por vezes fortunas colossais com dinheiros do erário público. Será que não cabe ao governo a fiscalização dos dinheiros empregues? E porque é que será que, atribuindo-nos a comunidade económica europeia certos e determinados valores para um qualquer sector da economia, por vezes a execução não é cumprida? Assim não se cria mais valor acrescentado para a nossa economia como a criação de emprego e a sua protecção.


Paulo, Liliana, Magalhães e Pedro (2008-01-12)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

A INFORMAÇÂO NOS DIAS DE HOJE



O desenvolvimento tecnológico ao serviço de uma cidadania moderna e de progresso exige uma sociedade da informação inclusiva onde o conhecimento é um valor ético, social, cultural e económico fundamental que promove a criação de riqueza e emprego, a qualidade de vida e o desenvolvimento social.
Ao longo da história, o homem tem criado os mais diversos meios e ferramentas para comunicar, e deste modo melhorar os seus padrões actuais de vida. Diante das suas criações, hoje as conclusões a tirar são complexas e pouco exactas. Se por um lado as suas criações lhe conferem um melhor modo de vida (como a criação de transportes, comunicações, etc.), são precisamente estas criações que o destroem (a poluição, desemprego, etc.).
Assim, assistimos a um desenvolvimento tecnológico, independente e autónomo, sem necessitar de ser controlado pelo homem (o seu criador). Ou como mais recentemente a ciência nos afirma: “o desenvolvimento tecnológico avança tão rápido que o homem não o consegue alcançar
Mas por outro lado, esta sociedade poderá ser responsável por grandes diferenças sociais, tendo em conta o seu grau de exigência. Uma vez que é uma sociedade que vive do poder da informação, tendo como base as novas tecnologias ela poderá ser muito discriminatória, quer entre países, quer internamente, entre empresas, entre pessoas. Até algum tempo atrás, o saber ler e interpretar textos, bem como efectuar cálculos matemáticos simples, era obrigatório para se viver em harmonia e bem-estar na sociedade, este novo cenário mudou e as necessidades de qualificações profissionais e académicas aumentaram consideravelmente. O ser humano tem a capacidade de se adaptar e como tal, as pessoas devem desenvolver uma atitude flexível, com conhecimentos generalistas, capazes de se formarem ao longo da vida de acordo com as suas necessidades e que dominem as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). A sociedade exige da escola pessoas com uma formação ampla, especializada, com um espírito empreendedor e criativo, com o domínio de uma ou várias línguas estrangeiras, com grandes capacidades de resolução de problemas.
Assim depende de todos nós, da sociedade, sermos mais competitivos e participativos para evitarmos cenários de exclusão, criando mais riqueza e por consequência termos melhor qualidade de vida, não descurando o papel primordial do estado através das suas políticas educativas
Aurora/Liliana/Esteves/Magalhães (2008-12-19)

FORMAÇÃO ADIADA


- Estamos em pleno Séc XXI e aqui no nosso cantinho à beira-mar plantado, continuamos a descurar a nossa educação.
Será que foi necessário esperar pelos fundos da Europa e pelas observações dos outros países para nos convencermos que tinhamos de investir em educação?
Vivemos em democracia à 34 anos, não podíamos ter aí começado ou virado a página à nossa ignorância?
Não nos esquecamos que em 1974, já nas trevas da ditadura e na aurora da democracia, mais ou menos trinta e cinco por cento da população era analfabeta com profundos desiquilíbrios entre o interior e o litoral, entre o norte e o sul, os primeiros mais iletrados que os segundos. Só a elite tinha acesso à formação superior. As camadas mais baixas da população faziam a quarta classse e por necessidades económicas tinham de entrar no mercado de trabalho. Será que não incumbia ao estado o papel de dinamizador e formador?
A formação é cada vez mais uma meta que todos temos que atinjir, para nos enriquecermos pessoal e profissionalmente. Ao optarmos por fazer formação temos que assumir e não desistir.
Veja-se hoje em dia, pelo país fora, os milhares de adultos que voltam à cadeira da escola, nos CNO’S, para estudarem várias àreas e talvez fazerem destes estudos o pilar fundamental para o resto dos seus dias.
Será que vamos continuar a descurar a nossa educação?




Guimarães, 13 de Novembro de 2008