Hoje em dia, mais que nunca, se atropelam os direitos laborais e são pedidos mais deveres aos trabalhadores. Nos cenários de grande crise económica são sempre os trabalhadores que pagam com a dita “crise”, quando em tempos de “vacas gordas” quando os lucros são astronómicos pouco ou nada sobeja para os ditos, com algumas honrosas excepções.
Está na “moda” as fábricas fecharem e deixarem os trabalhadores com os salários em atraso e não só...
Os empresários fecham as empresas, por vezes com fraudes, salvaguardando os seus patrimónios e esquecendo-se de quem contribuiu para esses patrimónios. Os trabalhadores trabalham anos e por vezes décadas para a construção do património dos patrões para depois serem jogados para fora. Se os trabalhadores tem deveres e obrigações para com os patrões, os patrões também tem os mesmos direitos e deveres para com os trabalhadores. Gostaríamos de ver, o nosso sistema democrático “obrigar” os patrões a cumprir com o código do trabalho dando alguma liberdade aos trabalhadores. Aliás os códigos de trabalho foram introduzidos em várias democracias com o propósito de criar leis para proteger o trabalhador. Afortunados os que conseguem manter o seu emprego e recebem o seu salário. Mas também há trabalhadores que abusam dos direitos que a lei lhes confere e depois se alguma coisa lhes acontece ficam indignados com as consequências. São os tais que procuram “emprego” e não “trabalho”. È preciso ter um pouco de auto-estima.
Porque é que será que não existe uma política equitativa de distribuição de lucros pelos bons e maus momentos da economia?
Porque é que será que se aplicam investimentos monstruosos nos bons tempos, quando nos maus momentos se devia fazer como na fábula da “Cigarra e a Formiga”?
Quando os tempos são de feição, de bonança, os direitos são cumpridos e com alguma sorte são atribuídos alguns prémios. E quando acontece o oposto? A história já é conhecida.
Falências em série, com o consequente lançamento para o desemprego de milhares de trabalhadores, muitas vezes por negligência, por má gestão. As más políticas de atribuição de fundos perdidos para recuperação de certos sectores da economia que por si só já estão moribundos não será concerteza uma boa política, aproveitando-se os patrões dessas mesmas empresas em detrimento dos seus funcionários, criando-se por vezes fortunas colossais com dinheiros do erário público. Será que não cabe ao governo a fiscalização dos dinheiros empregues? E porque é que será que, atribuindo-nos a comunidade económica europeia certos e determinados valores para um qualquer sector da economia, por vezes a execução não é cumprida? Assim não se cria mais valor acrescentado para a nossa economia como a criação de emprego e a sua protecção.
Está na “moda” as fábricas fecharem e deixarem os trabalhadores com os salários em atraso e não só...
Os empresários fecham as empresas, por vezes com fraudes, salvaguardando os seus patrimónios e esquecendo-se de quem contribuiu para esses patrimónios. Os trabalhadores trabalham anos e por vezes décadas para a construção do património dos patrões para depois serem jogados para fora. Se os trabalhadores tem deveres e obrigações para com os patrões, os patrões também tem os mesmos direitos e deveres para com os trabalhadores. Gostaríamos de ver, o nosso sistema democrático “obrigar” os patrões a cumprir com o código do trabalho dando alguma liberdade aos trabalhadores. Aliás os códigos de trabalho foram introduzidos em várias democracias com o propósito de criar leis para proteger o trabalhador. Afortunados os que conseguem manter o seu emprego e recebem o seu salário. Mas também há trabalhadores que abusam dos direitos que a lei lhes confere e depois se alguma coisa lhes acontece ficam indignados com as consequências. São os tais que procuram “emprego” e não “trabalho”. È preciso ter um pouco de auto-estima.
Porque é que será que não existe uma política equitativa de distribuição de lucros pelos bons e maus momentos da economia?
Porque é que será que se aplicam investimentos monstruosos nos bons tempos, quando nos maus momentos se devia fazer como na fábula da “Cigarra e a Formiga”?
Quando os tempos são de feição, de bonança, os direitos são cumpridos e com alguma sorte são atribuídos alguns prémios. E quando acontece o oposto? A história já é conhecida.
Falências em série, com o consequente lançamento para o desemprego de milhares de trabalhadores, muitas vezes por negligência, por má gestão. As más políticas de atribuição de fundos perdidos para recuperação de certos sectores da economia que por si só já estão moribundos não será concerteza uma boa política, aproveitando-se os patrões dessas mesmas empresas em detrimento dos seus funcionários, criando-se por vezes fortunas colossais com dinheiros do erário público. Será que não cabe ao governo a fiscalização dos dinheiros empregues? E porque é que será que, atribuindo-nos a comunidade económica europeia certos e determinados valores para um qualquer sector da economia, por vezes a execução não é cumprida? Assim não se cria mais valor acrescentado para a nossa economia como a criação de emprego e a sua protecção.
Paulo, Liliana, Magalhães e Pedro (2008-01-12)
1 comentário:
Olá a todos os formandos do Grupo EFA1. Parabéns pelo blog. Acho que é uma ideia muito boa e fico contente por este ser o primeiro comentário. Espero que a seguir venham outros. Os textos são muito interessantes e fico feliz de ver quase todo o grupo também feliz na foto. Este é um grupo cheio de créditos não acham??
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